Estágios no Governo do Estado de SP

leiaeopine Oportunidades

Estão abertas até às 23h59, do dia 17 deste mês, as inscrições para o processo seletivo que irá preencher mais de 1,2 mil vagas de estágios em órgãos e entidades do Governo do Estado de São Paulo.

No total são 1.279 oportunidades para diversos cargos nos níveis médio, superior e técnico em várias cidades paulistas. O processo seletivo será feito por meio do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola) e há vagas também para cadastro reserva.

Para participar o aluno deve estar regularmente matriculado em instituição de ensino do primeiro ao penúltimo semestre do curso.

Os estágios terão duração de 12 meses e podem ser prorrogados por mais 24. As bolsas-auxílio variam de R$ 300 a R$ 1.009, dependo do curso, da carga horária e de acordo com o órgão público.

A prova objetiva será aplicada no dia 8 de outubro, domingo, e terá duração de 3 horas. As questões serão sobre língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais.

Para fazer a inscrição, clique aqui. O edital completo do processo seletivo pode ser acessado aqui.

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Cinema nos EUA: pior temporada desde 2006

leiaeopine Jornalismo

Por Gabriel Duque

Nem mesmo as estreias de blockbusters como Logan, Mulher-Maravilha, Homem-Aranha: De Volta ao Lar e Guardiões da Galáxia Vol. 2 foram suficientes para ajudar a bilheteria nos Estados Unidos. A temporada do cinema norte-americano teve a menor arrecadação em 11 anos.

A chamada bilheteria de verão americana, que engloba o período entre a primeira sexta de maio e o Dia de Trabalho em 4 de setembro, faturou ‘só’ US$ 3,78 bilhões, por enquanto. O valor representa queda de 18% sobre o mesmo intervalo de 2016.

Essa é a época em que Hollywood aproveita as férias do meio do ano de 2 meses para lançar filmes aguardados, animações e sequências. Os sucessos desta temporada ficaram restritos aos heróis.

Mulher-Maravilha já acumulou US$ 406,8 milhões com venda de ingressos, Guardiões da Galáxia Vol. 2 somou US$ 389 milhões, Homem-Aranha, US$ 320 milhões, e Logan, US$ 226 milhões.

No entanto, agosto trouxe resultados bem fracos em relação ao mesmo mês de 2016 quando teve o lançamento de Esquadrão Suicida. No mês passado, Annabelle 2: A Criação do Mal, A Torre Negra e Dupla Explosiva foram as principais estreias e juntos arrecadaram apenas US$ 170 milhões no mercado interno.

As continuações presentes neste verão americano como Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (US$ 172 milhões) e Transformers: O Último Cavaleiro (US$ 130 milhões) também decepcionaram em comparação com os outros filmes de suas franquias.

Além deles, produtoras investiram em produções como A Múmia com Tom Cruise (US$ 80 milhões), Rei Arthur: A Lenda da Espada (US$ 39,1 milhões) e Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (US$ 39,7 milhões), mas sem cativar o público.

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Jornalismo para quê? Modelos de negócios e crítica cultural

leiaeopine Jornalismo

No último sábado, 26, estive na Biblioteca Municipal Alceu Amoroso Lima para participar de duas mesas de bate-papo organizadas pela Jornalismo Júnior da ECA-USP (Escola de Comunicação de Artes da Universidade de São Paulo): modelos de negócios e crítica cultural.

A primeira mesa contou com a participação de Stefanie C. da Silveira (Doutora em Comunicação USP), Anna Haddad (Comum +), Renata Rizzi (Nexo), Guilherme Werneck (Bravo) e Sérgio Lüdtke (Escola de Interatores).

No debate ficou claro que ainda não há um modelo de negócio para o jornalismo no século 21. O que está claro é que o modelo antigo, com base na publicidade não existe mais e que é preciso encontrar novos meios para financiar o trabalho jornalístico.

A nova visão de mercado mostra que o foco não está mais apenas no conteúdo, é preciso ter um olhar de curadoria, ou seja, as informações não podem mais ser apresentadas de forma massificada. É necessário apresentar algum valor agregado ao material produzido.

Entre os muitos pontos apresentados durante a discussão, a que mais me chamou a atenção foi a fala na qual se disse que ainda falta muita educomunicação para o público.

Ou seja, se o público leitor/internauta tivesse consciência do valor de um jornalismo com credibilidade, certamente estaria apto a pagar pela informação que consome. Apesar de ainda escassa, há uma tendência para que as pessoas paguem por um material informativo e de confiança.

A segunda mesa do dia teve como tema a crítica cultural e contou com a participação de Marcelo Lyra (professor de Crítica Cultural), Pedro Antunes (Estadão), Tatiana Feltrin (canal youtube Tiny Little Things) e Cleber Facchi (Miojo Indie).

Os palestrantes falaram sobre suas experiências com críticas culturais seja na academia ou na internet e os variados nichos culturais: cinema, livros, músicas, entre outros.

Chamou a atenção deste blogueiro a comparação entre o cinema argentino e o brasileiro. Enquanto o primeiro conta com um órgão governamental para a realização de filmes, o segundo tem apenas o amparo de uma lei de fomento para viabilizar longas.

Por fim, defendeu-se a tese de que para ser crítico é preciso ter bagagem, pois só se pode analisar aquilo que tem conhecimento e para conquistar esta experiência é preciso estudar muito.

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Renato Russo: a importância da arquivologia

leiaeopine Jornalismo

Enquanto escrevia o texto sobre os cursos do MIS e a consequente exposição em homenagem ao cantor Renato Russo, deparei-me com o vídeo abaixo:

Nele, a responsável pelo CEMIS (Centro de Memória e Informação do MIS), Patrícia Lira, fala sobre o acervo do museu, a multidisciplinaridade da equipe e o processo de catalogação das obras.

O destaque do vídeo é como o material sobre o artista chegou ao museu e foi tratado para ser exposto ao público a partir do dia 7 de setembro.

Em pouco mais de 4 minutos temos uma verdadeira aula sobre conservação e preservação de documentos e fica aqui o registro para que os interessados no assunto possam aprender ainda mais.

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Automobilismo brasileiro: vitória na F-2 e jejum na Fórmula 1

leiaeopine Esporte

Por Gabriel Duque

Sérgio Sette Câmara é o nome do brasileiro que quebrou um período de 3 anos sem vitória de pilotos nacionais na categoria de acesso à Fórmula 1. O mineiro, de 19 anos, conquistou o 1° lugar no pódio no tradicional Grande Prêmio da Bélgica, em Spa-Francorchamps, no último domingo.

Foi o primeiro triunfo do piloto na F-2 com a pequena equipe holandesa MP Motorsport. Sua família não tem nenhuma relação com o automobilismo e Sette Câmara caminha em sua primeira temporada nesta categoria. Com os resultados do fim de semana, subiu para 13° lugar na classificação.

Vale lembrar que Felipe Nasr foi o último brasileiro a vencer uma corrida na GP2, antigo nome do campeonato, alterado este ano. E foi há 3 anos, em 2014, no mesmo circuito de Spa. Na temporada seguinte, Nasr foi alçado para correr na Sauber, mas neste ano já ficou de fora do Mundial.

Sette Câmara, por sua vez, já participou do programa de desenvolvimento de jovens pilotos da Red Bull após bons resultados no Masters de Fórmula 3 e no Grande Prêmio de Macau em 2015. Sua estreia oficial se deu na Toro Rosso em 2016, em testes depois do GP da Inglaterra, em Silverstone.

No entanto, com sua oscilação na Fórmula 3 Europeia em 2016, foi dispensado do programa no início de 2017. O piloto agora tenta manter a boa fase para conseguir uma equipe mais forte na próxima temporada da F-2.

Jejum brasileiro na F-1 – Se o hino nacional voltou a tocar no categoria de base, o país atravessa um jejum recorde na Fórmula 1. Já são quase 8 anos sem que nenhum brasileiro cruze com a bandeira quadriculada na frente. O último triunfo foi de Rubens Barrichello, em 13 de setembro de 2009, no GP da Itália, em Monza, pela equipe Brawn, o que valeu a 101ª vitória do Brasil na F-1.

Neste intervalo, Felipe Massa ainda bateu na trave 4 vezes. Foram dois segundos lugares com a Ferrari, em 2010, nas etapas do Barein e da Alemanha. Em 2012, também chegou em 2° no Japão, ainda com o time italiano. Já, em 2014, foi o segundo na corrida dos Emirados Árabes, pela Williams.

Nelsinho Piquet, Bruno Senna, Lucas di Grassi e Felipe Nasr passaram pela F-1 nesse período também, mas não estiveram em escuderias capazes de brigar por vitórias e colocar o automobilismo brasileiro e volta ao topo do pódio.

Com apenas Massa de brasileiro correndo neste ano e sem garantias para 2018, quem será que vai quebrar o tabu e possivelmente se tornar o 7° piloto do país – depois de José Carlos Pace, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Barrichello e Massa – a vencer na categoria?

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