Federer: o milionário do tênis mundial

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Por Gabriel Duque

Agora são 95 títulos na carreira e Roger Federer retomou o posto de tenista com maiores premiações em dinheiro na história. Após a conquista do ATP da Basileia, sobre o argentino Juan Martin del Potro, o suíço somou a incrível cifra de US$ 109.853.682 conquistados.

Com o resultado, Federer superou Novak Djokovic, que está machucado e já ganhou US$ 109.805.403 ao longo da carreira. É curioso notar a pequena diferença entre os dois tenistas, já que o sérvio conta apenas com 69 troféus, mas com os recentes aumentos nas premiações liderava essa lista.

Em 3° entre os mais ricos, está o espanhol Rafael Nadal, atual melhor do mundo no ranking da ATP, que já conquistou US$ 91.199.322 com 75 títulos.

Federer: líder em patrocínios – Se o desempenho dentro das quadras voltou a ser destaque neste ano, com 7 troféus, incluindo o Aberto da Austrália e Wimbledon, Federer já era o 1° entre os mais endinheirados com patrocínios.

Em 2016, o suíço não ficou à frente apenas entre os tenistas, mas foi quem mais faturou entre todos os atletas do esporte mundial. Com US$ 58 milhões, Federer, aos 46 anos, acumula acordos com marcas renomadas como Nike, Wilson, Mercedes-Benz, Lindt e Rolex.

Em 2° lugar ficou o golfista americano Tiger Woods, com US$ 50 milhões. O top 3 foi completado pelo também golfista americano Phil Mickelson, com US$ 44 milhões. Mesmo valor atingido pelo astro da NBA, LeBron James.

 

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Copa de 2018: já são 23 seleções com surpresas e decepções

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Por Gabriel Duque

A rodada dupla das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 foi cheia de emoção com classificações históricas para o torneio. No total, 23 seleções já carimbaram o passaporte para a Rússia. Das últimas 9 vagas, 3 sairão das eliminatórias africanas, 4 da repescagem europeia e 2 em disputas intercontinentais.

Entre as surpresas, Islândia, Egito, Panamá e Peru protagonizaram feitos incríveis com muita empolgação de suas torcidas. Enquanto a Argentina viveu na corda bamba correndo risco de ficar fora, mas garantiu sua vaga, e seleções de destaque como Itália e Croácia ainda vão à repescagem. Já Holanda, País de Gales, Chile e Estados Unidos foram grandes decepções e serão ausências sentidas no Mundial do ano que vem.

Classificados

  • País-sede: Rússia
  • Ásia: Japão, Coreia do Sul, Arábia Saudita e Irã
  • Europa: Bélgica, Alemanha, Inglaterra, França, Portugal, Espanha, Polônia, Sérvia e Islândia
  • América do Sul: Brasil, Uruguai, Argentina e Colômbia
  • Concacaf: México, Costa Rica e Panamá
  • África: Nigéria e Egito

Vagas restantes

A Europa conta com mais 4 vagas direta para a Copa de 2018 e as 8 melhores segundas colocadas de seus grupos vão disputar a repescagem. O sorteio dos confrontos será em 17 de outubro e os times foram separados em dois potes de acordo com o ranking da Fifa.

Suíça, Itália, Croácia e Dinamarca estão no pote 1, enquanto Suécia, Irlanda, Irlanda do Norte e Grécia formam o pote 2. Os jogos de ida serão entre 9 e 11 de novembro e a volta acontece de 12 a 14 do mesmo mês.

Já pelos duelos entre continentes, o Peru, quinto colocado na América do Sul, enfrenta a Nova Zelândia, pré-classificada pela Oceania. A partida de ida será em solo neozelandês em 6 de novembro e a volta no dia 14. A Austrália, que superou a Síria na repescagem asiática, pega Honduras, quarta na Concacaf, nas mesmas datas com a decisão em terras australianas.

Na África, ainda falta uma rodada para a resolução de três grupos. Os jogos também serão entre 10 e 14 de novembro. No grupo A, Tunísia e República Democrática do Congo disputam a vaga, mas a Tunísia só precisa do empate contra a Líbia. Os congoleses têm que vencer Guiné, torcer por derrota dos tunisianos e tirar diferença de saldo.

Na chave C, temos confronto direto pela classificação. Marrocos, com nove pontos, e Costa do Marfim, com oito, jogam no dia 11 na casa do segundo colocado. Por fim, o grupo D é o mais embaralhado. Senegal, com oito pontos, Burkina Faso, com seis, Cabo Verde, com seis, e África do Sul, com quatro, mantêm chances.

Cabeças de chave

Com os 23 times garantidos na Copa de 2018, já estão definidos também os selecionados cabeças de chave. Rússia, Brasil, Alemanha, Bélgica, Polônia, Portugal, França e Argentina são os oito capitães dos grupos. O sorteio para o Mundial está programado para 1 de dezembro, em Moscou.

Novidades na Copa de 2018

A festa foi grande para a Islândia, que se tornou o país com menor população, cerca de 330 mil habitantes, a conquistar uma vaga para a Copa do Mundo. Depois da inédita campanha na Eurocopa do ano passado quando avançou até as quartas de final, os islandeses coroam a ótima fase. Em sua chave, desbancaram Croácia, Ucrânia, Turquia, Finlândia e Kosovo e se classificaram pela primeira vez para o torneio. Veja vídeo da comemoração:

A Polônia também merece destaque com a geração de Lewandowski levando o país de volta à Copa. A última participação foi em 2006.

E quem volta ao Mundial após 28 anos é o Egito. Com direito a gol de pênalti de Salah aos 50 minutos do segundo tempo, a seleção ganhou do Congo e estará na Copa de 2018.

Outro debutante na Copa de 2018 é o Panamá. Sua estreia se dará após o emocionante triunfo sobre a Costa Rica por 2 a 1, com gol polêmico em que a bola não entrou de forma evidente. O time ficou em terceiro nas eliminatórias da Concacaf, superando o favoritismo dos Estados Unidos. Até o presidente do país comemorou o feito e decretou dia de festa nacional.

Não é uma classificação direta, porém a vaga na repescagem já representa um grande feito para o Peru, de Guerrero e Cueva. A última chance do atacante do Flamengo de disputar o Mundial veio também de maneira dramática no empate com a Colômbia por 1 a 1 e foi ajudada pela derrota do Chile. Se conquistar a sonhada vaga, o time peruano voltará à Copa após 36 anos. Sua última participação foi em 1982.

Ausências no Mundial na Rússia

A lista de craques fora do torneio começa com Robben e Gareth Bale. Jogando praticamente sozinho na bagunçada seleção da Holanda, o atacante do Bayern de Munique fez os dois gols da vitória sobre a Suécia na última rodada, mas o necessário milagre de 7 a 0 não foi alcançado para ir à repescagem.

A Laranja Mecânica fica de fora após três participações seguidas (a última ausência foi em 2002), com direito a ser vice-campeã em 2010 e terceira colocada em 2014. De quebra, o jogador se aposentou da equipe.

Já o País de Gales não contou com Bale no jogo decisivo, mas perdeu em casa da Irlanda e acabou em terceiro no grupo D. Após as semifinais na Euro no ano passado, a desclassificação é um balde de água fria. A única Copa disputada pelo país foi em 1958.

Na mesma chave, a Áustria, de jogadores de destaque no cenário europeu como Alaba, também não conseguiu vaga e decepcionou com o quarto lugar. O classificado do grupo foi a Sérvia, que, como nação independente, volta ao torneio após jogar em 2010 e não disputar em 2014.

Na Concacaf, os Estados Unidos fizeram uma força tremenda e obtiveram a façanha de não se classificar. Os americanos eram favoritos a ficar com a vaga direta, mas, além dos concorrentes ganharem seus jogos, conseguiram perder para Trinidad e Tobago, única eliminada e dona de até então uma vitória em nove partidas do hexagonal.

O vexame tira a seleção americana da Copa após sete participações seguidas. A última ausência foi em 1986.

Se o Peru atingiu o feito heroico de chegar ao quinto lugar e na repescagem nas eliminatórias sul-americanas mais disputadas da história, o Chile ficou em sexto, saiu derrotado e assistirá ao torneio pela televisão. A chamada geração de ouro, que foi campeã duas vezes da Copa América e repleta de craques na Europa como Sánchez e Vidal, caiu para o Brasil por 3 a 0 e ficou fora no saldo de gols. É um desalento para a geração vitoriosa.

Não chega a ser uma decepção pela falta de tradição, contudo o Gabão não obteve a vaga na África também e a Copa perderá mais um destaque: Aubameyand, do Borussia Dortmund.

Dá até para formar uma bela seleção com tantos jogadores consagrados desclassificados da Copa.

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Trump e mais polêmicas: NBA e NFL contra o presidente

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Por Gabriel Duque

Envolvido em constantes polêmicas e problemas, Donald Trump entrou em mais uma confusão. Dessa vez, os atletas das ligas de basquete e de futebol americano, a NBA e a NFL, respectivamente, foram o alvo do presidente dos EUA.

Um dos imbróglios começou sobre a visita do Golden State Warrios, atual campeão da NBA, à Casa Branca. Apesar da tradição do evento, o próprio time não tinha decidido ainda aceitar o convite e Stephen Curry, estrela da companhia, disse que não queria ir por ser contra atitudes de Trump e do que considera aceitável e tolerável.

Como o presidente não gosta de ser contrariado, logo na sequência retirou o convite e quebrou o costume. O time do Golden State disse acreditar no direito de livre expressão dos cidadãos e falou que, em vez da visita, irá a Washington para “celebrar a igualdade, diversidade e inclusão”.

O Warriors foi apoiado por diversos jogadores da liga como LeBron James. Pelo Twitter, o astro do Cleveland Cavaliers publicou: “Ir à Casa Branca era uma grande honra antes de você aparecer por lá”. Bradley Beal, do Washington Wizards, foi mais duro ao chamar Trump de palhaço.

Vale lembrar que a visita do campeão de ligas esportivas dos Estados Unidos ocorre desde 1963 com John Kennedy. No entanto, tal evento virou uma tradição anos mais tarde no mandato de Ronald Reagan na década de 1980

Trump X NFL – Se uma confusão já não era o bastante, o presidente se afundou em outra ao insultar atletas da NFL em comício, na última semana. Os jogadores têm protestado durante a execução do hino nacional antes das partidas. Os atos são contra a discriminação racial no país, principalmente, a violência policial contra negros.

Após o mandatário pedir que as franquias demitissem os esportistas que repetissem as manifestações, a própria NFL condenou a declaração de Trump. No último domingo, diversos atletas se ajoelharam durante o hino contra o presidente e em alguns jogos ficaram abraçados no campo, inclusive junto com comissão técnica e dirigentes dos times.

Em Detroit, no duelo entre Atlanta Falcons e Detroit Lions, até o cantor do hino, Rico LaVelle, se ajoelhou depois de cantar. Mais forte, o Pittsburgh Steelers se recusou a entrar em campo no hino.

LeBron James elogiou a postura dos colegas e disse que Trump tenta dividi-los como pessoas. Até Tom Brady, do New England Patriots, amigo e apoiador do presidente, apoiou os companheiros.

O protesto começou em 2016 com Colin Kaepernick, na época jogador do São Francisco 49ers e que desde então está desempregado mesmo tendo desempenho superior a outros jogadores.

No meio dessa tensão, o time de basquete da Universidade da Carolina do Norte, campeão universitário em 2017, também prometeu negar um possível convite para visita à Casa Branca. Por outro lado, Trump confirmou que o Pittsburgh Penguins, campeão americano de hóquei, irá a Washington.

Esporte e política

O interessante é ver o esporte envolvido com problemas sociais e políticos de um país, como já aconteceu em diversos momentos da história com episódios e reflexos inclusive nos Jogos Olímpicos.

No Brasil, em contrapartida, é cada vez mais difícil ver um movimento de atletas contra questões políticas. É só recordar o cenário no próprio ambiente esportivo, já que presidente da CBF não viaja ao exterior para não ser preso pelo FBI. Marco Polo Del Nero é investigado pela Justiça americana no processo de corrupção da Fifa por receber propinas.

Outro dirigente nacional, Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB e do Comitê Organizador da Rio 2016, é alvo de operação por suposto pagamento de propina para a escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos no ano passado.

No entanto, alheios a situações de política esportiva, política nacional, ambientais, discriminatórias e outras tantas, é raro ver um atleta nacional se manifestar. Os jogadores de futebol, com toda sua força, relevância e servindo de exemplo, estão fora dessa sintonia e engajamento.

No último movimento, o Bom Senso Futebol Clube, que tentava modificar a estrutura do futebol brasileiro, foi liderado por jogadores de peso em final de carreira como Alex, Rogério Ceni, Dida, Paulo André e outros, mas acabou perdendo força com o tempo e com o medo dos atletas de sofrerem represálias.

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Oficina de SEO para jornalistas

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Após a boa repercussão do curso de Marketing Digital para Jornalistas, Almir Rizzatto promove no próximo dia 11 de novembro, a Oficina de SEO para Jornalistas.

Com o diferencial de ser ministrado por um jornalista, a oficina visa ensinar as principais técnicas para que o conteúdo seja encontrado nos sites de busca.

Entre os tópicos abordados na oficina, destaque para: O que é SEO e por que ele é tão importante?; Configurações básicas no site; A escolha das palavras-chave; Produção de conteúdo com técnicas de SEO; Principais fontes de ranqueamento e punição; Diversas ferramentas úteis, entre outros.

Como aluno do curso de Marketing Digital, eu mais do que recomendo a atividade.

O melhor da oficina de SEO para Jornalistas vem agora. Quem fizer a inscrição tem até o dia 6 de outubro para pagar o valor promocional de R$ 300,00. A partir do dia 7/10 o valor vai para R$ 340,00 e a partir do dia 21/10 chega a R$ 380,00.

Não perca a oportunidade de conhecer novas ferramentas e fazer o seu conteúdo mais acessado na internet.

Para mais informações e inscrições, acesse o site.

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Social Media Week – Day 1

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Foto: Lui Spolador

Na segunda-feira, dia 11, teve início a edição de São Paulo do Social Media Week. Com uma programação extensa, o evento ocupa durante toda a semana o auditório e mais 5 salas do campus de Pós-Graduação da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), localizado na Vila Mariana.

Este blogueiro teve a oportunidade de conferir 4 palestras na segunda-feira e divide agora as impressões que teve. Como espécies de pílulas, as atividades têm, em média, 1 hora de duração. Após a exposição do palestrante, há perguntas e logo em seguida já é hora de procurar outra atividade.

Crowdfunding – A primeira atividade do dia foi com Viviane Sedola, cofundadora do Kickante, plataforma de financiamento coletivo. A executiva falou sobre o modelo de negócio e como fazer para conquistar investimentos através das redes sociais para tirar projetos do papel.

Instagram – A segunda palestra do dia estava com o auditório lotado. Após falar sobre a importância do Instagram no atual mercado brasileiro, Marina Paduin deu 5 dicas de como atrair clientes através da rede social.

O primeiro passo é ter um posicionamento bem definido, com a busca por um conteúdo exclusivo para o seu público; a 2ª dica se referia a emoção que as fotos proporcionam. Por se tratar de uma rede social imagética, o Instagram pede fotos boas e com caráter emotivo. O 3º ponto apresentado foi o relacionamento. Quem está na rede social e pergunta algo, gosta de ter sua questão respondida, por isso, é importante responder a todos. A 4ª dica está ligada à mensuração dos resultados. É preciso medir todas as métricas e saber como planejar as próximas ações. Por fim, a última dica foi converter estas ações em vendas, porque o intuito principal é conseguir fazer o seu produto/serviço ser comercializado.

Religião – A terceira palestra do dia foi uma grata surpresa. Com o tema Religião na Espera Digital, a professora Nathalie Hornhardt, da FAAP, apresentou como as religiões estão entrando no mercado digital e como algumas ações tentam migrar do offline para o online. Com grande conhecimento sobre o tema, Nathalie apresentou diversos textos e autores que podem ajudar quem busca conhecer ainda mais sobre a relação entre religião e mídia.

Eventos – E para fechar o meu dia na Social Media Week participei da palestra com o Erickson Monteiro, fundador do Plugcitários. Com muito bom humor, o publicitário mostrou como o Facebook pode ser usado como uma potente ferramenta para o planejamento e execução de eventos. Foram várias as dicas compartilhadas, desde o uso do Stories para mostrar bastidores até a importância do WhatsApp neste contexto.

Com uma organização ímpar e muito conteúdo interessante, o Social Media Week acontece até sexta-feira. Se você não conseguiu se inscrever, não se preocupe. Algumas palestras são transmitidas ao vivo na página oficial do evento. Basta clicar aqui.

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