A evolução do Cinema Brasileiro

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Ontem, 08 de novembro, a rede Cinemark organizou o XI Projeta Brasil, evento que leva ao público brasileiro, cinema por um preço abaixo do valor cobrado normalmente. Sempre quis comparecer as sessões, mas ora o cursinho, ora a faculdade me impediram de prestigiar a iniciativa.

Mas, nesta segunda-feira, foi diferente. Como trabalho ao lado do Shopping, aproveitei o horário do almoço e fui comprar o meu ingresso (por R$ 2,00, vale a pena frisar). Ao chegar na bilheteria, constatei algo interessante.

Aqui uma digressão – sempre gostei de cinema nacional e às vezes escolhi por um filme brasileiro antes um estrangeiro – dos longa-metragens em exibição, já havia visto três (Lula, o Filho do Brasil – candidato ao Oscar 2011; As Melhores Coisas do Mundo e, ao meu ver o blockbuster Tropa de Elite 2”).

 Assim, da lista de opções fiquei com “O Bem Amado”, com Marco Nanini e grande elenco. Para quem quer rir com a oratória polivalente do prefeito Odorico Paraguaçu (alguns exemplos: bifacial, sigilento, recesso necrofílico – que deixariam os neologismos de Guimarães Rosa no chinelo) eu recomendo”.

Apesar da história ter o fim conhecido, (não o contarei aqui), o roteiro me surpreendeu. Gostei do viés político apresentado pelo diretor, da construção da trama paralela à história do Brasil e das metáforas escondidas na obra.

As boas gargalhadas que “O Bem Amado” proporciona e o trabalho desenvolvido mostram, na minha opinião, a evolução do Cinema Nacional nos últimos anos. Claro que ainda temos aqueles que torcem o nariz e dizem que os longas brasileiros são ruins, afirmação que eu não concordo.

Vejamos o exemplo de Tropa de Elite 2, mas essa história fica para depois, em outro post.

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