Jornalismo para quê?

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Neste sábado, 26, a Jornalismo Júnior da ECA-USP (Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo) promove o evento “Jornalismo Para quê?” na Biblioteca Municipal Alceu Amoroso Lima, em Pinheiros.

Com 4 grandes mesas de bate-papo, a programação tem início às 9h e previsão de término às 16h.

A primeira mesa do dia, das 9h às 10h30, terá como tema modelos de negócio, com Stefanie C. da Silveira (Doutora em Comunicação USP), Anna Haddad (Comum +), Renata Rizzi (Nexo), Guilherme Werneck (Bravo) e Sérgio Lüdtke (Escola de Interatores).

Já a segunda atividade será sobre crítica cultural, das 10h40 às 12h10, com Marcelo Lyra (professor de Crítica Cultural), Pedro Antunes (Estadão), Tatiana Feltrin (canal youtube Tiny Little Things) e Cleber Facchi (Miojo Indie).

Após a pausa para o almoço, às 12h50, a terceira mesa discutirá cobertura política com César Felício (Valor Econômico), Anna Virginia Balloussier (Folha), Breno Altman (Opera Mundi) e Alana Rizzo (Abraji).

E para finalizar, às 14h30, o último bate-papo será sobre livro-reportagem Laura Mattos (livro Roque Santeiro e a ditadura militar brasileira em três atos), Carlos Maranhão (biografia Roberto Civita – o dono da banca), Susana Berbert (livro Bienvenidos – história de bolivianos escravizados em São Paulo), João Peres (livro Corumbiara, Caso Enterrado) e Esther Solano (livro Mascarados: A verdadeira história dos adeptos da tática Black Bloc).

As inscrições são gratuitas. Para mais informações sobre o Jornalismo para quê?, acesse o site. A Biblioteca Municipal Alceu Amoroso Lima fica na Rua Henrique Schaumann, 777, Pinheiros, 05413-021 São Paulo, bem em frente à praça Benedito Calixto.

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Futebol francês: Neymar puxa legião de brasileiros

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Por Gabriel Duque

Você sabe quantos brasileiros foram contratados pelos clubes franceses nesta janela de transferências? Não foi apenas Neymar! No total, 12 atletas do nosso país vão jogar na França nesta temporada. E não é somente um efeito da chegada do atacante, ex-Barcelona, ao PSG, já que muitos já tinham fechado a transferência antes do craque.

Além disso, a Ligue 1 já somava uma grande quantidade de brasucas no plantel. Atualmente, o Francês é o segundo campeonato europeu que mais abriga jogadores canarinhos, com 30, perdendo apenas para a Itália, que possui 35. Entre os 20 clubes da primeira divisão, 12 contam com nosso pé de obra.

Nesta janela, PSG, Lille, Nantes, Olympique de Marselha e Bordeaux protagonizaram as compras mais caras.

Reforços brasileiros na França – Vamos conferir a lista dos 12 novatos na Ligue 1. O Paris Saint-Germain desembolsou a bagatela de 222 milhões de euros por Neymar e ainda trouxe Daniel Alves de graça.

Com novos donos, dinheiro na conta e a chegada do técnico Marcelo Bielsa, o Lille investiu no Brasil e levou Thiago Maia, do Santos, por 14 milhões de euros, e Thiago Mendes e Luiz Araújo, do São Paulo, por 9 milhões e 8 milhões de euros, respectivamente.

Já o Nantes levou o volante Andrei Girotto, da Chapecoense, por valores não revelados. O Olympique de Marselha contratou Luiz Gustavo, titular da seleção na Copa de 2014, por 10 milhões de euros junto ao Wolfsburg.

O Bordeaux também gastou 5 milhões de euros pelo meio-campista Otávio, do Atlético-PR, e mais 7,5 milhões por Jonathan Cafú, do Ludogorets e ex-São Paulo.

Entre os outros reforços, o Lyon fechou com o zagueiro Marcelo, ex-Santos, e o Saint-Etienne acertou com Gabriel Silva e Hernani.

Outros brasileiros que já estavam na França – Para completar a conta dos brasileiros que já estavam jogando pelas terras francesas, temos:

  • PSG – Marquinhos, Thiago Silva, Lucas Moura e o ítalo-brasileiro Thiago Motta

  • Bordeaux – Malcom, ex-Corinthians

  • Monaco – Jemerson, Jorge, Fabinho (pretendido pelo PSG) e Boschilia

  • Nice – Dante, ex-Bayern de Munique e seleção

  • Lyon – Rafael, ex-Manchester United, e Marçal

  • Olympique de Marselha – Dória

  • Montpellier – Hilton

  • Nantes – Diego Carlos e Lima

  • Toulouse – Somália

  • Troyes – Gabriel, contratado nesta janela, mas que antes estava no Lille

Desconhecido ilustre – alguns dos nomes vistos na Ligue 1 mal foram ouvidos no Brasil. Um deles é de HiltonO brasiliense Vitorino Hilton, de 39 anos, é capitão do Montpellier e disputa o campeonato francês pela 15ª temporada seguida. Inclusive, foi campeão nacional na temporada 2011/12 quando a zebra do pequeno time passeou e derrubou o PSG. Antes, ainda defendeu o Lens, o Bastia e o Marselha, onde foi campeão na temporada 2009/10. No Brasil, jogou na Chapecoense e no Paraná.

Estrelas estrangeiras na França – Neymar virou a grande atração do campeonato francês, mas o número de estrelas estrangeiras também cresce no país.

Nesta janela, o meia holandês Sneijder deixou o Galatasaray, foi contratado pelo Nice e ganhou a camisa 10 do time. Além dele, o sempre polêmico goleador Mario Balotelli joga na equipe.

O Lyon também conta com seu holandês Memphis Depay, ex-Manchester United, enquanto o Monaco tem o craque colombiano Falcao García e a cobiçada revelação Mbappé.

No PSG, não faltam destaques na legião estrangeira: argentinos Di María e Pastore, uruguaio Cavani, alemão Draxler e italiano Verratti.

Técnicos estrangeiros na França – Além do maior movimento de craques em campo, dois treinadores chamam a atenção nesta nova temporada. O argentino Marcelo El Loco Bielsa comanda os brasileiros Thiago Maia, Thiago Mendes e Luiz Araújo no Lille e o italiano Claudio Ranieri, campeão inglês com o Leicester há duas temporadas, assumiu o Nantes. Nos candidatos ao troféu, o espanhol Unai Emery segue no PSG e o português Leonardo Jardim defende o título com o Monaco.

 

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Oficina de caldos e sopas na Vila Maria

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Nesta terça, 22, o Cresan (Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional) da Vila Maria promove a oficina gratuita de Caldos e Sopas.

Com as baixas temperaturas predominantes no país, a atividade é uma forma de auxiliar as pessoas em busca de uma complementação de renda.

A atividade acontecerá das 13h às 17h e os participantes terão a oportunidade de aprender várias receitas, entre elas caldo verde, creme de grão de bico e sopa de abóbora.

Também haverá dicas para quem busca começar um negócio no ramo alimentício com dicas de higiene e boa alimentação.

Para participar é preciso enviar um e-mail, até às 17h desta segunda 21/8, para eancosan@prefeitura.sp.gov.br com nome completo, RG e telefone para contato.

O Cresan da Vila Maria fica na rua Sobral Junior, 264, Vila Maria.

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Fuvest 2018: BSP dá aulas sobre obras exigidas

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Localizada na zona norte da capital paulista, a Biblioteca de São Paulo oferece, a partir de terça-feira (dia 22), o curso Pré-Vestibular de Literatura voltado para a prova da Fuvest. Ao todo serão 9 encontros às terças e às quintas, das 15h às 17h, para debater e interpretar as obras literárias exigidas no exame.

Acompanhe abaixo a programação:

22/8 – Iracema, de José de Alencar

24/8 – Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis

29/8 – O Cortiço, de Aluísio de Azevedo

31/8 – Vidas Secas, de Graciliano Ramos

5/9 – Claro Enigma, de Carlos Drummond

12/9 – Mayombe, de Pepetela

14/9 – Sagarana, de Guimarães Rosa

19/9 – Minha vida de menina, de Helena Morley

21/9 – A cidade e as serras, de Eça de Queirós

A atividade é recomendada para maiores de 14 anos e não é preciso fazer inscrição prévia.

O Curso Pré-Vestibular de Literatura é uma oportunidade para ajudar quem já leu os livros e quer entender melhor o contexto da obras e de seus autores, além de solucionar dúvidas.

A Biblioteca de São Paulo fica na Avenida Cruzeiro do Sul, 2.630, ao lado da estação Carandiru do metrô.

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China forte no esporte com patrocínio ao Brasil Olímpico

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Por Gabriel Duque

Após a onda de contratações do futebol chinês levando jogadores de destaques do Brasil e do mundo para o campeonato local, a China entra forte no fornecimento de material esportivo.

Na contramão do caminho adotado por Nike e Adidas, que se desfazem de esportes menos rentáveis como ciclismo, golfe e hóquei e abrem mão de alguns contratos, as marcas chinesas começam a preencher essa lacuna.

A última novidade é a empresa Peak Sports, que acertou com o Comitê Olímpico Brasileiro para vestir o Time Brasil nas Olimpíadas de 2020, em Tóquio. O acordo deve passar a vigorar a partir de 2018.

O COB estava sem fornecedor de material por não ter renovado com a Nike após os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Porém, até o fim do ano, o Time Brasil deve continuar usando os uniformes da empresa norte-americana.

Para a Peak, apesar da experiência de lidar com 10 países parceiros, o Brasil se torna o principal associado à marca em número de atletas e capacidade financeira. Entre os patrocinados pela empresa, estão Ucrânia, Nova Zelândia, Egito e Nigéria. O grande destaque da marca é o pivô Dwight Howard, do Charlotte Hornets, da NBA.

A internacionalização chinesa vai além da Peak. A exposição das marcas do país foi iniciada nos Jogos de Pequim em 2008 com o ex-ginasta Li Ning, que acendeu a pira olímpica usando tênis Li Ning.

Desde então, as empresas estão em crescimento. A Li Ning é a maior chinesa e investiu em estrelas da NBA como Shaquille O’Neal e Dwyane Wade, a Anta Sports aposta em astros como Kevin Garnett e Klay Thompson e a 361° vestiu os voluntários nas Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio.

Também estão surgindo no cenário as chinesas Dongxiang e Xtep. Agora é aguardar e observar os próximos movimentos das gigantes consagradas e se as chinesas vão realmente se estabelecer no mercado.

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